segunda-feira, 6 de maio de 2013

PERGUNTA: - Não deveremos, então, comprovar para crer? Há desajuste espiritual em confiarmos naquilo que as leis conhecidas afirmam e comprovam como lógico e sensato? Não é aconselhável evitarmos confusões, ilogismos e imprudências?

RAMATIS: - Já afirmamos, alhures, que a confiança maior na Intuição comprova sensibilidade mais evoluída; é uma penetração interior mais vigorosa no campo original da vida, sem que por isso se deva anular o esforço da pesquisa objetiva. E é o próprio Jesus que valoriza essa sensibilidade quando, diante de Tomé, adverte: "Tu creste porque viste, mas bem-aventurados os que não vêem e crêem". Sob esse conceito, o Mestre consagrou o espírito que crê no "sentir", procedendo muito ao contrário daquele que só confia no "saber", pois o saber sem sentir é sempre menos valioso do que o sentir sem saber!

PERGUNTA: -  Ser-nos-ia melhor, então, não provarmos os fenômenos, para depois crer. Não é exato?

RAMATIS: - Se tiverdes que provar, pela matemática e a lógica do vosso mundo, todo fenômeno ou previsão do futuro, para só então crerdes neles, lamentamos a infelicidade de nunca poderdes crer em Deus porque, além de não o poderdes analisar e descrever, ele é incomprovável! A simples premissa de que para crer é preciso provar torna-vos eternamente ateistas, pois o maior e mais importante fenômeno, que é Deus, nunca poderá ser provado!

Fonte: Mensagens do Astral - Ramatis
            Obra psicografada por Hercílio Maes


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