domingo, 20 de dezembro de 2009

"JESUS, O CONSOLADOR "


NOITE!

Quando se acabam as forças, Jesus renova;
Quando é inevitável conter as lágrimas, Jesus dá alegria;
Quando não há mais amor, Jesus o faz nascer;
Quando a maldição é certa, Jesus transforma em bênção;
Quando parece ser o final, Jesus dá novo começo;
Quando a aflição quer persistir Jesus nos envolve com a paz;
Quando a doença assola, Jesus é quem cura;
Quando faltam as palavras, Jesus sabe o que queremos dizer;
Quando tudo parece se fechar, Jesus abre uma nova porta;
Quando você diz não vou conseguir, Jesus diz: Não temas, pois estou contigo!;
Quando o coração é machucado por alguém, Jesus é quem derrama o bálsamo curador;
Quando não há possibilidade, Jesus faz o milagre;
Quando só há morte, Jesus nos faz persistir;
Quando a noite parece não ter fim, Jesus faz nascer o amanhecer;
Quando caímos num profundo abismo, Jesus estende sua mão, nos tira de lá e nos carrega no colo!

Que Jesus continue sempre vivo no seu coração

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O FOGO DA SEGUNDA HORA

















Lá fora faz-se um fogo
novo [o Fogo da Segunda
Hora], que purifica antigas
sínteses, desestabiliza o que
se tornou triste e lava [como
que em água corrente] o coração
que sofre [os desvios os entraves
as serpentes], e deixa ficar o que é
suave.


[A hora de sorrir como filho
da vida e celebrar a Vinda
do Filho].


Aquele [fogo] que mostra [na
foto, dentro da moldura] onde
está tua mão [e a mão de quem
ela segura].


Hora de ensinar a ouvir [a que tem
ouvido] e, a quem tem fome, a pescar
[plantar e amassar o trigo, fazendo o
pão que se come].


Hora de se lembrar de Míriam [mãe
de um bebê, e chorar de alegria pelo
nascimento], bendizer a gravidez e o
ritmo [e redescobrir a nona sinfonia
dentro do próprio ouvido].


Considerar que a consideração é fruto
bendito, de saber conjugar o verbo
iridescer [e reconhecer que a alma é
filamento a aquecer salas e aposentos].


Amarrar os cardarços para não cair [nem
tropeçar] nos próprios pés, hora de acender
o candelabro de sete braços, anunciar ventos
e marés [redescobrindo a bússola, o astrolábio,
a direção da Ursa Maior e do que é maior
que a Ursa].


Hora de parar de urrar de dor e ouvir a música
que canta por entre palmas brancas [e nas contas
dos rosários nas mãos das senhoras portuguesas].


Propiciar um intervalo às guerras [que seja um
epílogo ao espetáculo de fabricar inimigo].


Hora de esquecer cor e partido, compartilhar
pão e vinho, perfumes e óleos [e uma vintena
de livros].


Hora de ensinar a quem tem fome a plantar o
trigo [e recolher o trigo] e distribuir o trigo que
ninguém come [hora de acabar com o desperdício].


Hora de aproximar católicos e protestantes de
muçulmanos e budistas, ou daqueles que [mais
do que simplesmente] entenderam o recado de
Sócrates [de viver e morrer dignamente].


Hora de realimentar a lâmpada [com novo
azeite],


levantar a taça e brindar a vida [que graça
de graça sobre as impiedades expostas nas
praças dessas cidades].


Hora de trocar a lâmpada da sala-de-estar
por outra mais forte [de cem watts], de
descobrir a linha perdida da Sagrada
Escritura [aquela que é mal lembrada
e ninguém diz, pois esta é a mais
sagrada].


Olhar o fogo como Espírito Santo, aliado e
parceiro [soldado enfileirado ao lado da
cabeceira do quarto]; hora de ser mais
que hóspede no Templo Sagrado.


Aparar bigodes [afiar as navalhas,
para cortar qualquer pose de Lord
ou Czar], saber que somos todos do
mesmo molde [e pisamos um só lugar:
essa mesma terra de onde brotam as
mesmas fontes, onde não há espaço
para gangues e uniformes que servem
para afastar].


Hora das Vésperas [de recitar Salmos e
Sutras], de dobrar os joelhos, de santificar
o bem que pode advir de um acidente ou
dos erros, quando reconhecidos.


Hora de pedir um abraço denso ao irmão
[primo forasteiro inimigo], e de recobrir
antigas febres com atos gentis [e
posicionamentos célebres].


Hora de considerar que a fauna e flora
são nossas irmãs, de desimantar os ímãs
que agregaram limalhas [farpas, fiapos de
ferro enegrecido] e a falsa impressão de que
[ainda] somos canalhas.


Hora de esquecer a confusão e fazer calar o
que foi predito pela gralha [hora de reler
Edgar Alan Poe sem sobressalto, medo
ou antecipação].


Hora de realinhar a luz a um novo ângulo
de caminhada [não deixar que o fio de prumo
se incline mais do que quarenta e cinco graus
do que seria o rumo de Nosso Senhor, ou do
que é mais santo e justo].


Hora de aquilatar a fertilidade do húmus
e a beleza de seguir em paz pro túmulo,
sem fazer alarde.


Hora de reconhecer a prosa na poesia [e a poesia
na prosa], de acarinhar o ritmo das palavras em
direção ao que seja mais verdadeiro e íntimo, de
ver o que só viu o solitário [hora de garimpar o
diamante no meio do cascalho], de consultar o
dicionário [e acrescentar uma palavra sua,
mesmo que seja só uma].


[Ou uma só].


Hora de salvar a matéria prima do confisco
da mercadoria [de distinguir o falso do
legítimo], de fazer por merecer o bálsamo
[e validar o bom sacrifício de sacralizar
cada ofício], de anunciar aos amigos que
podem se ver livres dos vícios.


Hora de escolher um esmalte mais claro
[de discernir o som do estampido do
champagne do disparo do rifle], de
passar tratores sobre os fuzis,
desarmar mãos jovens em
gangues [e alimentar seus
pais que são pobres].


Hora de desocupar imóveis que jazem
sós, de remover a pedra sobre a lápide
[e anunciar que o jazigo está vazio e que
Ele já vive em nós], hora de deixar de ser
adepto [para ser santo], de se despedir do
filho com um beijo depois do almoço [de
vestir o capuz dos capuchinhos, as sandálias
de São Francisco, de esperar pássaros pousarem
nos ninhos e oferecer abrigo aos que vagam no
exílio].


Hora de discernir o cerne do brilho de superfície
[o foco do fogo fátuo, a unha do esmalte, a polidez
do verdadeiro brio], hora da seiva manter aceso o
verde no topo dos galhos [e nos altos ramos dos
ciprestes].


Hora de visitar quem ora no ermo [que é bom lugar
pra se orar], de desvendar o mistério que se aloja no
centro [no fulcro] da célula [sabendo que será só um
pedaço o que saberemos], hora de mapear os genes
do DNA, de proclamar a chegada de Isabelas felizes
[em tardes tão cálidas, nas primaveras e nas entradas
das portas], sorrindo nos peitoris das janelas [hora de
esperar a larva florescer e criar asas dentro das
crisálidas].


[Isabela Nardoni]


Hora de encontrar a cura para o Mal de Parkinson, de
distinguir o que é insólito [mas bom, inaugural e não-vulgar]
do que está na norma [mas não precisava estar], hora de
deixar de acrescentar adjetivos tentando salvar velhas
sintaxes [alquebradas, com prazos vencidos, que não
dizem mais nada].


Hora de enxugar o suor de todas as horas [e saber
esperar os netos que irão chegar, se Deus quiser],
de separar joio do trigo [memória do mito, o dito
do ignorado, a voz do padre do clamor do Infinito],
hora de adorar a Deus sem intermediários [nem
ídolos].


É hora de ler bons livros [sem ninguém mandar,
descobrir se é importante - e porque -, conhecer
a biblioteca de Borges], hora de lembrar da
mirrada [e desmedida] figura de Dom Hélder,
de valorizarmos pontes [de entendermos os que
sabem transitar no diálogo entre crenças sem se
perder, pois se desvencilharam das más matrizes].


É hora de conceber os votos feitos por homens de
visão, e de valorizar os grandes mestres de cada
nação, hora de se lembrar de Kabir [ao mesmo
tempo muçulmano e hindu, santo e mendigo],
é hora de conceber os estigmas de Theresa
Neumann e de São Francisco [em seus
contextos próprios].


É hora de saber que a febre é um estágio
preliminar do convalescer, algumas vezes,
[de aplacar a IRA dos irlandeses], de considerar
a possibilidade de Ed Motta cantar canções
[folclóricas] em frente a um pomar.


Lá fora faz-se um fogo novo [o Fogo da Segunda
Hora]. Mais do que a recitação de um credo: o
despertar de um fogo novo [e de um
ânimo apto para afugentar o
medo].













Marcelo Novaes
Postado por Marcelo Novaes às 20:34
Marcadores: Budismo, Cristianismo, Desperdício e Sustentabilidade, Diálogo Inter-religioso, Dom Hélder Câmara, Francisco de Assis, Humanismo, Kabir, Recitativo de Páscoa, Salmos e Sutras, Sócrates

domingo, 13 de dezembro de 2009



Foi nessa hora, quando a luz foi embora, que ficou claro o quanto cada qual era bom. Uma tendência irrefreável de não pegar nada do outro. Da mulher que andava só, não pegar no braço. Nem passar a mão. Nesse momento ficou claro o quão bom era cada qual e cada um. O que é mal ao outro, naturalmente nos causa aversão. O que é bom nos atrai a si, como o sol. Sem que precisemos de incentivo ou aguilhão, de espora ou cutelo. De exemplo ou cartilha. De recompensa ou punição. Na terra ou nos céus. Isso fazemos, tão somente, por inclinação natural. E em sendo menos [ou menores] nossos motivos, façamos, então, do escuro a melhor razão para dobrar os joelhos.





http://notaderodape-marcelo-novaes.blogspot.com/2009/11/heliotropismo.html




Marcelo Novaes

domingo, 6 de dezembro de 2009

A ETERNA MESMICE




Geração vai e geração vem; mas a terra permanece para sempre.
Levanta-se o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar, onde nasce de novo.
O vento vai para o sul e faz o seu giro para o norte; volve-se, e revolve-se, na sua carreira, e retorna aos seus circuitos.
Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr.
Todas as coisas são caseiras tais, que ninguém as pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem se enchem os ouvidos de ouvir.
O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do sol.
Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós.
Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas.






Fonte:Eclesiastes

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

LIVRO DOS MISTÉRIOS DE DEUS SEGUNDO CAIM


[Porque sou aquele a quem...]
I. chamaram Caim, em tempos
II. longínquos [mas muito antes
III. dos Princípios Primeiros], e
IV. porque meu nome caiu nas
V. mãos de Santos e Ímpios, devo
VI. eu mesmo contar das Razões o
VII. que sei. Da forma que melhor
VIII. que possa.

IX. [...]
X. [...]
XI. [...]
XII. Ouvi, pois.
XIII. [...]
XIV. O que Deus fez, antes que
XV. De mim se ocupasse, foi Emanar
XVI. De Si, miríades de seres. O Primeiro
XVII. Sacrifício foi Emanar-se. Alguns diriam
XVIII. Ser da Ordem da Emanação, como nos
XIX. Sonhos, onde do Eu se emanam feixes
XX. De personagens. Outros referem-se,
XXI. Mais propriamente, ao aroma que
XXII. evola [ou que transpira] do Frasco
XXIII. de Perfume. Então, Não haveria
XXIV. Sacrifício. Mas pura Expressão
XXV. Incontornável.
XXVI. [...]
XXVII. [...]
XXVIII. Estão certas ambas as opiniões.
XXIX. E mais cento e dez.
XXX. Ouvi, pois.
XXXI. [...]
XXXII. [...]
XXXIII. Em Sua Emanação, Deus Gerou
XXXIV. De Si, Tudo que Estava Ligado
XXXV. À Própria Fonte: como os
XXXVI. Personagens estão ligados
XXXVII. [...]
XXXVIII. Ao Sonho e ao Sonhador.
XXXIX. Como o Aroma está ligado
XL. Ao Frasco Sagrado e Secreto.
XLI. Mas Deus não era Secreto,
XLII. Ainda.
XLIII. [...]
XLIV. Tudo o que Existia estava
XLV. Ligado à Luz. Mas Evolvia e
XLVI. Se Desdobrava. Pois Deus não
XLVII. Cessava de Criar.
XLVIII. [...]
XLIX. [...]
L. Sim. Havia um Limite para o
LI. Criado, Mas a Criação haveria
LII. De ser Sem-Fim. Isso era, tão
LIII. somente, Deus-Se-Expressando.
LIV. Que se fixe bem essa Noção.
LV. [...]
LVI. [...]
LVII. Ouvi, pois. Com Mente e
LVIII. Coração.
LIX. [...]
LX. [...]
LXI. Havia um Limite Externo à
LXII. Criação: a Borda do que Não
LXIII. Fora Criado. Tudo o que Ouve
LXIV. E Respira Pressentia a Borda,
LXV. Desde a Primeira Hora.
LXVI. [...]
LXVII. [...]
LXVIII. E as Coisas Vivas eram
LXIX. Sustentadas na Própria
LXX. Fonte, e da Própria
LXXI. Fonte.
LXXII. [...]
LXXIII. O que dizer disso?!
LXXIV. Cada Qual [Criatura
LXXV. Vivente, Nascida de Deus,
LXXVI. Mas não Igual] dava certo
LXXVII. Nome a esta Borda.
LXXVIII. Deus Ouvia Todos os Nomes.
LXXIX. E um Nome Próprio Lhe Dava
LXXX. Deus.
LXXXI. Era a Fronteira do que Poderia
LXXXII. [Ser], Diziam Alguns. Mas Deus,
LXXXIII. Simplesmente, lhe Chamava
LXXXIV. Borda. Sabendo Que Sua Própria
LXXXV. Criação Haveria Sempre de
LXXXVI. Se Expandir. Mas Desde a
LXXXVII. Fonte. E Sendo Infinito o Criar
LXXXVIII. [Em Si Mesmo, e no Espaço-Tempo],
LXXXIX. “Haveria de Haver” Um Limite. Daí a
XC. Borda.
XCI. [...]
XCII. [...]
XCIII. [...]
XCIV. O Além-Borda era chamado, por
XCV. Alguns, Trevas Exteriores. Mormente
XCVI. Por Lúcifer, que significa: Aquele que
XCVII. É um Facho [de Luz] em Sua Própria
XCVIII. Presença. Aquele que De Si Emite Luz,
XCIX. Conforme a Fonte.
C. [...]
CI. [...]
CII. Há de se dizer que toda a Criação de
CIII. Deus Emitia Luz. Por Ser conforme a
CIV. Fonte. Porém, o Epíteto dado a
CV. Lúcifer se dava mais pelo fato dEle
CVI. Estar particularmente Ciente dessa
CVII. Luz emitida. E, sobretudo, de se
CVIII. Identificar com Ela. Essa também
CIX. Era uma das Razões dEle Chamar
CX. De “Trevas Exteriores” o que Deus,
CXI. Simplesmente, chamava Borda.
CXII. [...]
CXIII. [...]
CXIV. Pois Deus sabia poder preencher
CXV. Essa Borda, ao longo dos Eons [os
CXVI. Longos Períodos da Criação]. Ou
CXVII. Melhor: Sempre Extendê-la para
CXVIII. Adiante. Ou Reduzi-la. Ou Preenchê-la,
CXIX. E Fazer a Criação Evolver-Se dentro de
CXX. Si Sem sair de Si. Esse é o Primeiro
CXXI. Mistério [Trinitário]. O Segundo
CXXII. Mistério é Considerar como Deus
CXXIII. Emana. Tal Qual o Sonhador, pode-se
CXXIV. Concebê-lo Sonhando Todos Os Dias [ou
CXXV. Noites]. Mas, tal qual o Perfume, ter-se-ia
CXXVI. De imaginá-Lo Inesgotável em Sua Substância:
CXXVII. Como Se a Si Mesmo Se Gerasse. Como
CXXVIII. Se Luz refletisse [E Engendrasse ou Parisse] Luz
CXXIX. Em Si Mesmo [e Em Si Mesma]. Por Isso, se Lhe
CXXX. Entende como Possuindo Fontes Inter-relacionadas
CXXXI. Em si mesmo: Luz refletindo Luz, antes de Emanar-se.
CXXXII. Esse é o Mistério do relacionamento de deus em
CXXXIII. Si Mesmo antes da Criação, e que a Viabiliza ao
CXXXIV. Infinito, ainda que no tempo. Alguns chamam a esse
CXXXV. Mistério de “Pessoas”. Outros a veem como
CXXXVI. Fontes Correlatas de Luz. Outros, mais prudentes,
CXXXVII. Desistem de qualificá-Lo [e qualificar tal Relacionamento Intrínseco a Deus] em sua Própria Substância,
CXXXVIII. Mas contentam-se em defini-Lo, por aproximação,
CXXXIX. Em Seus Atributos. A versão Trinitária é uma Tentativa de
CXL. Súmula [na Verdade, uma “Sumarização”] deste Mistério,
CXLI. Que a Deus Pertence: na Origem, e desde a Origem.
CXLII. Em essência, tais Mistérios [por serem os Primeiros]
CXLIII. São Inescrutáveis, por serem Perceptíveis só no
CXLIV. Interior do Próprio Deus, em Suas Fontes Correlatas
CXLV. Que o Mantêm em Perpétuo Devir Criativo. Ou, em
CXLVI. Outros termos: por serem perceptíveis só às
CXLVII. “Pessoas” que o Constituem em Si Mesmo.
CXLVIII. Sábios são os que se abstêm der especular sobre a
CXLIX. Natureza ou “número” dessas Luzes-em-Luzes-que
CL. –Engendram-Luzes. Sábios os que se contentam em
CLI. Roçar a Borda do Manto do Criador desde Antes da
CLII. Borda, como que “pervadidos por Seu Aroma”. A
CLIII. Certo grau de limpidez na percepção da Fragrância
CLIV. Criadora das Luzes Correlatas, o ser se sente como
CLV. Que “infuso nEla(s)”. Isso é co-participação consciente
CLVI. Na Natureza de Deus. Isso se dá em Silêncio ou em
CLVII. Música. Ou em Arte. Isso se dá, sempre, em
CLVIII. Santidade. Jamais fora dEla. Não importa o
CLIX. Nome que se dê a Deus, pois que Seus Nomes
CLX. Reverberam no Interior dEssas Mesmas Fontes
CLXI. Secretas e Sacratíssimas. E o que dIsso Emana
CLXII. [qual Aroma] São Suas Emanações ou
CLXIII. Hipóstases. Os Sábios que com Isso se
CLXIV. Contentaram são os mais fidedignos com
CLXV. O que se pode falar do Mistério Primeiro
CLXVI. [ou Último]. Eles estão espalhados pelo
CLXVII. Mundo sub-lunar, e os homens os
CLXVIII. Conheceram como Ramanujacharya, Plotino,
CLXIX. Jâmblico, Amônio Saccas, Al-Gazhalli, Porfírio,
CLXX. Valentino de Alexandria, Duns Scotus e tantos
CLXXI. Outros.
CLXXII. [...]
CLXXIII. [...]
CLXXIV. O Entendimento de Deus através da percepção
CLXXV. De sua Infusão na Alma em santidade, e
CLXXVI. Da Consciência de Suas Sagradas Emanações
CLXXVII. Como Gradações-de-Si-Mesmo ou Hipóstases
CLXXVIII. É a Noção que menos Falseia sua Essência. Para os
CLXXIX. Mais prudentes, em vez de Sondar-Lhe o “Número
CLXXX. Essencial” [pois que Toda Essência é também Número],
CLXXXI. Melhor contentar-se pela aproximação gradativa
CLXXXII. [número, outra vez: proporcionalidade], através
CLXXXIII. De Seus Atributos. O estudo da proporcionalidade
CLXXXIV. Divina dos números, em suas Hipósteses ou
CLXXXV. Emanações [matemático-astronômico-musicais]
CLXXXVI. Foi esboçado no Mundo sub-lunar por Pitágoras
CLXXXVII. E pelos Pitagóricos. Platônicos, Neoplatônicos e
CLXXXVIII. Cristãos Gnósticos [além de Gnósticos Sufis-
CLXXXIX. Muçulmanos] bem como Vedantinos Hindus, desde
CXC. Ramanuja [portanto, após Shankaracharya], sempre
CXCI. Estiveram conscientes deste mistério. Outros estiveram
CXCII. Conscientes, mas abstiveram de falar das Primeiras
CXCIII. Causas ou Efeitos, preferindo evocar do Homem a
CXCIV. Consciência das coisas que lhe fossem úteis para
CXCV. Dissipar o obscurecimento no qual caiu. Sócrates,
CXCVI. E Buda assim agiram.
CXCVII. [...]
CXCVIII. [...]
CXCIX. Restaria falar de como o homem caiu no obscurecimento.
CC. Mas como esse é um relato sobre os Primeiros Mistérios
CCI. De Deus, terei de voltar à Borda, que é o Ponto-Limite
CCII. Sempre Expansivo da Criação Eterna do Eterno.
CCIII. Deus a chamava “Borda”.
CCIV. Lúcifer, por estar demasiado ciente da Luz que lhe era
CCV. Intrínseca [bem como a Todos], preferiu chamá-la de
CCVI. Trevas Exteriores. Trevas Exteriores por estar além da
CCVII. Compreensão da Luz que lhe emanava como Inteligência.
CCVIII. Lúcifer queria conhecer o além-criado e o ainda
CCIX. –por-Criar. Quis debruçar-se sobre a Borda, dizendo
CCX. a Si Mesmo ser Ali o Limite a Ser Transposto pela
CCXI. própria Luz, Impaciente com o tempo de Deus.
CCXII. Lúcifer engendrou a Idéia de preencher o além
CCXIII. –Borda com a Própria Luz que em Si Portava.
CCXIV. [...]
CCXV. [...]
CCXVI. Muitos outros com Isso não se Importavam. Mas
CCXVII. Não Lúcifer. A Essa Fronteira ou Borda entre
CCXVIII. O Criado [Emanado] ou ainda Não-Criado por Deus
CCXIX. Pretendeu-se dar Nome ou Atributo, ainda que ela fosse
CCXX. A Fronteira do Não-Ainda. Ainda que ela fosse a Espera
CCXXI. Do Ser [ou da Divina Fragrância]. Por ser exatamente a
CCXXII. Linha Limite, concebeu-se ser Ali [ou ser Ela] a
CCXXIII. Mãe do que Deus em Si Mesmo Não Pudera
CCXXIV. Conceber. Lúcifer Concebeu, em Si mesmo, que Ali
CCXXV. Era o Limite do Alcance do Poder do Próprio
CCXXVI. Deus. Por ser Fronteira, e por Estar Toda a
CCXXVII. Criação Imersa [Infusa, Difusa ou Emanada]
CCXXVIII. Da Fonte Única, Lúcifer quis ser Ele Mesmo
CCXXIX. O Propulsor do Movimento além-Divisa. Sendo ela
CCXXX. Divisa, teria de Dividir o “Já” do “Não-Ainda”,
CCXXXI. O “Concebido-Em-Deus” Pelo “Ainda-Não
CCXXXII. –Concebido”. Lúcifer quis adiantar-se, e Ele
CCXXXIII. Mesmo Concebê-lo, antes de Deus Emanar
CCXXXIV. Mais de Si Mesmo. À Linha Fronteiriça entre
CCXXXV. O Já e o Não-Ainda, Lúcifer Considerou poder
CCXXXVI. Transpor e de Si Gerar Luz que a Preenchesse
CCXXXVII. [Ciente que Era da Própria Luz].
CCXXXVIII. Chamou à Fronteira [Aquilo que era
CCXXXIX. “Simplesmente Borda”, no Plano Incessante e Progressivamente Preenchente de Deus: a que se pode considerar como O Atributo Divino da Infinita Paciência],
CCXL. Chamou Àquilo de “Mãe da Dualidade”. E Quis Fecundá-la
CCXLI. Com a Própria Luz. Sabia que por Limitado que
CCXLII. Fosse o Alcance do Facho perante o Infinito,
CCXLIII. Entreteceria, Ali, Novo Tecido. Haveria Luz
CCXLIV. E Trevas. Considerava seu Plano de Criação mais
CCXLV. Perfeito e Liberal do que o de Deus, por ser
CCXLVI. Essencialmente Dual, e por Permitir Maior
CCXLVII. Escolha. Assim Concebeu Ele em Seu Orgulho
CCXLVIII. Travestido em Glória. E Passou a considerar a Deus
CCXLIX. Como um Tirano Monarca que desencorajava a
CCL. Sondagem e fecundação do Ainda-Não [ou do
CCLI. Não-Ainda] por Sua Própria Criação. Com esse
CCLII. Argumento, convenceu Ele da Limpidez de seus
CCLIII. Propósitos a Vinte e Sete por cento dos Anjos.
CCLIV. Dizia ser o Tecido Mesclado, parido e tecido
CCLV. Pelas Primeiras Criaturas [tendo Ele à Frente],
CCLVI. Como Melhor Tecido: Mais Justo e Democrático.
CCLVII. Deus não Era Justo, mas Tirano. Segundo a
CCLVIII. Lógica do Portador do Facho [de Luz].
CCLIX. [...]
CCLX. [...]
CCLXI. Deus, “O Tirano”, Não Discutiu. Saiu de Seu Trono
CCLXII. E Um Plano de Escolha Livre Concebeu para Esses
CCLXIII. Que Intentavam Substituí-lo. Lúcifer, em sua
CCLXIV. Intensa Luxúria e Inépcia, Pensava que Deus estaria
CCLXV. Abandonando O trono em Seu Favor. De Forma
CCLXVI. Alguma. Em Seu Íntimo de Luzes em Luzes, Deus
CCLXVII. Engendrava a Oportunidade de Escolha no Não-
CCLXVIII. Ainda ou Além-Borda. Sim. Lúcifer poderia Prová-la e
CCLXIX. Provar o Alcance de Sua Prepotente Escolha. Prepotente
CCLXX. Porque Impaciente, essa era a essência da Avaliação Divina.
CCLXXI. Mas lúcifer Precisaria da Cooperação de Deus, “O Tirano”, para poder levar a cabo Seu Próprio Intento.
CCLXXII. [...]
CCLXXIII. [...]
CCLXXIV. “Vamos à Borda, Lúcifer”, Disse Deus. Precisas de
CCLXXV. Mim para o Seu Plano [Começo e Fim]. Não é
CCLXXVI. Irônico?!”Mas Deus Não Riu. Deus debruçou-se
CCLXXVII. Sobre a Linha que Lúcifer chamava de “Mãe da
CCLXXVIII. Dualidade”, e disse assim: “Anjo Meu, Luminoso
CCLXXIX. E Impaciente, Queres Alguma Abertura no Não-Ainda
CCLXXX. Para Testar a Riqueza e Beleza Dessa Tua Concebida
CCLXXXI. Dualidade e Relação à Toda Emanação Minha Que Só
CCLXXXII. Provém da Fonte?!”Não Acha Isso Mais Justo da Parte
CCLXXXIII. Minha?!”
CCLXXXIV. Lúcifer detestava quando Deus Lhe Tratava Como
CCLXXXV. Criança Divina.
CCLXXXVI. “Pois Bem; Aqui Tens de Mim um Olhar Sobre Teu
CCLXXXVII. Caminho”. Dobremo-nos à Borda, Dobremo-nos sobre
CCLXXXVIII. A Borda; Mas Não Caia, Lúcifer”.
CCLXXXIX. Lúcifer receava, no Íntimo, Duvidar do Alcance de Sua Própria
CCXC. Luz, e Perder-se em Moldura de Escuridão Infinita.
CCXCI. “Tu a Ti Te Chamas Lúcifer”. Mas Permita-me, Anjo Meu,
CCXCII. A partir de Agora Chamá-lo Samael, “O Anjo Cego”,
CCXCIII. Porque Escolheu Olhar para o Limite do Que Ainda
CCXCIV. Não Pode Ver. Alguns te Chamarão “Satã”, “O Que Divide”,
CCXCV. Justamente por te debruçares na Linha [a Minha Borda],
CCXCVI. E Amares a Dualidade. Como Eu, considerado pelos
CCXCVII. Mais Simples como tendo Três Nomes [Trindade como
CCXCVIII. Gérmen de Minha Auto-Criação Incessante], Também agora a Mim te Igualas: tens também Três Nomes: Lúcifer, Satã,
CCXCIX. Samael. Eis meu primeiro Ato de Justiça a Ti.
CCC. [...]
CCCI. [...]
CCCII. Não se Sabe se Samael-Satã-Lúcifer Ficou Satisfeito com Essas primeiras Palavras de Deus. Mas Ele Não Se Mostrou Tirano,
CCCIII. Contrariando o Atributo que o Anjo Lhe Dera. Os Outros a
CCCIV. Tudo Observavam e Julgavam. Havia pelos menos Oitocentas
CCCV. Hostes de Anjos Mais Luminosos do Que Lúcifer [pois que cada
CCCVI. Emanação de Deus tem Características Únicas e Singulares],
CCCVII. Mas Eles a Si mesmos Não se Nomeavam por Tal Atributo [o tal “quantum de Luz”]. Não Importam Seus Nomes.
CCCVIII. Alguns se Manifestaram a Homens, em Todos os Povos [não só o Hebreu]. Deus é Deus do universo e seus Emissários Envia à Todo canto onde lhe Apraz e Se faz Necessário. Não é Só o Deus da Terra, muito menos só o Deus de Uma Tribo, ou de Doze
CCCIX. Perfazendo Uma.
CCCX. Para Se Ter um Exemplo, à Suméria Deus Enviou alguns Anjos
CCCXI. Femininos, Dos Quais darei apenas Dois Nomes: Siduri e
CCCXII. Hákara. Anjos São Zeladores de alguns dos Mistérios Divinos, e Expressam Frações de Suas
CCCXIII. Luzes. Hákara e Siduri estavam lá.
CCCXIV. Havia um Círculo de Anjos Imantados à Visão de Samael e
CCCXV. Deus Sobre a Borda: eram Cinco. E não estariam Destinados ao Povo de Israel. Mas a Outros. Dispensariam
CCCXVI. A diversos povos frações de uma “Linhagem do Conhecimento”. Os Anjos Dispensadores das Frações
CCCXVII. [Números, de novo] das tais Linhagens, Possuíam
CCCXVIII. Mais Luz do que Samael, mas dIsso não Se
CCCXIX. Ufanavam.
CCCXX. Quão Ampla & Diversa & Rica é a Obra de
CCCXXI. Deus. Aos Crédulos ou a Quem não Acredita.
CCCXXII. [...]
CCCXXIII. [...]
CCCXXIV. Deus disse então a Samael: “Soprarei além Borda,
CCCXXV. Par que Possas Seguir o Sopro com Sua Presença
CCCXXVI. Ou Com Sua Luz.
CCCXXVII. E Será, como Queres tu, O reino da Dualidade,
CCCXXVIII. De Sua Própria Bordadura. Acompanhe-me”.
CCCXXIX. [...]
CCCXXX. [...]
CCCXXXI. Harut e Marut, Anjos que revelariam Coisas
CCCXXXII. Necessárias aos Árabes, a Tudo Assistiam.
CCCXXXIII. [..]
CCCXXXIV. E deus Fez Aquela Partilha das águas Universais,
CCCXXXV. Que a Samael Serviu como Trilho ou
CCCXXXVI. Trilha. E não é que era Bom o Deus?! Assim consideraram
CCCXXXVII. Marut e Harut e Hákara, Siduri e
CCCXXXVIII. Mikhael.
CCCXXXIX. Deus soprou e gerou um “palco-plano” de
CCCXL. Elementos contrapostos e duais: Dia
CCCXLI. E Noite, Fogo e
CCCXLII. Água. Samael quis chamar ao conjunto da Trama
CCCXLIII. Que Empreenderia de “Teia de Bem e Mal. E Deus
CCCXLIV. Assim Concedeu que
CCCXLV. Fosse.
CCCXLVI. Djins Diversos Apreendiam bem os Planos,
CCCXLVII. Bem como Serafins e
CCCXLVIII. Arcanjos.
CCCXLIX. As Luzes em Deus Engendravam Misericórdia Durante a
CCCL. Própria Execução do
CCCLI. Ato.
CCCLII. [...]
CCCLIII. [...]
CCCLIV. Foi feito então esse plano-palco misto, para Samael
CCCLV. Exercitar Seu Olho e Seu Padrão
CCCLVI. de Justiça.
CCCLVII. Seres que Não Ambicionavam Tanto
CCCLVIII. [Waldroo Drop, Urik, Azumah] Futuros
CCCLIX. Auxiliares dos Anjos para cantos Diversos Já
CCCLX. Entendiam a Limitação do Escopo da
CCCLXI. Criação
CCCLXII. Dual.
CCCLXIII. Waldroo Drop traduziu aquela Trama, em Seus
CCCLXIV. Olhos-em-Chama em Mosaico,
CCCLXV. Verde e Vermelho. Zelaria por
CCCLXVI. Humanas Tribos Indígenas, nos Futuros Territórios do Canadá e
CCCLXVII. Centro América. Agnes, Anjo Feminino, com ele alguma
CCCLXVIII. Coisa Partilhava.
CCCLXIX. [...]
CCCLXX. [...]
CCCLXXI. No Mundo Dual havia um Trono. Samael pensou a Ele mesmo destinado.
CCCLXXII. Não.
CCCLXXIII. Deus Era Mais Justo. Sabiam dIsso Kanzeon e Kuan Yin,
CCCLXXIV. Anjos Irmanados.
CCCLXXV. Deus iria deixar o Trono do Mundo Dual a ser emanado
CCCLXXVI. A partir de dentro do Conflito. No centro da Dupla Posição.
CCCLXXVII. Alguma Objeção?!
CCCLXXVIII. Disso não Discordou nem a Assembléia dos Vinte
CCCLXXIX. E Sete por Cento dos Anjos e Auxiliares
CCCLXXX. De Samael mais
CCCLXXXI. Amigos. Deus Era Bom Tribuno e
CCCLXXXII. Fiel.
CCCLXXXIII. “Saiamos de Cena Os Dois: o Trono do Palco
CCCLXXXIV. Dual não é Meu nem Teu, mas deste que
CCCLXXXV. Sopro em meio aos Elementos:
CCCLXXXVI. Sopra-lhe, também, a Escuridão no
CCCLXXXVII. Ouvido.”
CCCLXXXVIII. [...]
CCCLXXXIX. [...]
CCCXC. Todos se Encantaram com o Engenho de
CCCXCI. Deus. O Plano e o Palco eram Justos. Não
Obra de Tirano. O que dizer
Disso.
CCCXCII. Samael teria de seguir com seu Plano em
CCCXCIII. Exílio. Falou a alguns com a Forma que condisse
CCCXCIV. Com tua escolha e afastamento:
Membranosa. Reptiliana. Por isso se diz ser “O Tentador”
a Serpente.
CCCXCV. Algumas Pessoas Emocionais lhe deram
CCCXCVI. Ouvidos. A convenção fez considerar que fossem Mulheres, pelo fato de ser a Emocionalidade um de seus atributos.
CCCXCVII. Mas muitos Homens Emocionais também deram
CCCXCVIII. Ouvidos aos
CCCXCIX. Répteis, cuja Essência do discurso era assim:
CD. “Dias e Noites em Sucessão é o que há de melhor;
CDI. Prova do Bem e do Mal, de Toda a Trama, que Essa é a Vida
CDII. Mais Plena, ao contrário do que dizem os Emissários do
CDIII. Criador”.
CDIV. Quem assim falava aos homens eram os “répteis” [Draconianos,
CDV. Reptilianos ou
CDVI. Serpentes, conforme a linhagem da
CDVII. Tradição]. Eram os Emissários de Samael, que não podia se dar a conhecer antes da escolha consumada.
CDVIII. Deus Também só falava por Emissários, conforme
CDIX. A Justiça Programada. E a Toda à Terra: China, Egito,
CDX. Suméria, Povos D’África, Tribos Nômades.
CDXI. A certa Tribo um de seus Emissários mais Ríspidos e Enérgicos
CDXII. Apresentou-se como “Eu Sou o Que Sou”, porque não podia
CDXIII. Dar Nome que não Fosse
Seu. Não Poderia Dizer que Era Deus, porque tal Tribo Precisava da Presunção de ter Exclusivo Contato
Direto.
Idiossincrasia Tribal.
Eu Sou o que Sou sempre foi Emissário: Nunca o Próprio
Criador. Assim como Samael Não Se Dirige ao Homem senão
Por seus comandados
CDXIV. Reptilianos que passaram a temer a Luz.
CDXV. Os Homens que aceitaram a dualidade como Superior à Trama Original passaram a temer O Olhar dos Emissários da
CDXVI. Luz. E Isso foi sua Forma de “Filiação às Trevas”.
CDXVII. Assim, Samael arregimentava Servos.
CDXVIII. Deus não gosta de Servos, mas espera que O
Escolham. Que o homem mesmo o escolha. O ser
Engendrado no meio da Dualidade.
CDXIX. Por Curiosa transposição de termos, em Inversão
CDXX. Poética que melhor Traduz a Justiça de Mão-Dupla de Deus,
CDXXI. Passou-se a Chamar aos que “O escolhem” de Escolhidos.
CDXXII. É correto no sentido de que Ele
CDXXIII. Não Se impõe, mas Deixa Escolher-Se. E Acolhe aos que
CDXXIV. O Escolhem, de Livre e Espontânea
CDXXV. Vontade.
CDXXVI. [...]
CDXXVII. [...]
Como o Livre Samael propôs e supôs ser seu Mundo Mais Justo e
Completo, Deu-se-lhe a Oportunidade de ganhar adesão de
Criaturas Livres à Sua Proposta. Os Textos

CDXXVIII. Que metaforizam Isso, muitas vezes de forma
CDXXIX. Grosseira, como na Parábola de Jó, nada mais querem expressar do que algo da dramaticidade desse “palco-plano de Liberdade”, onde se inscreve o Homem.
CDXXX. Consciente do que é
CDXXXI. Dual, o Homem não faz o seu trabalho com plena integração e júbilo: ele sua, sofre, sangra. Antecipa, se impacienta. Não é
CDXXXII. Castigo, mas imersão na própria dualidade que traz como corolário o fragmento da
CDXXXIII. Impaciência [Escolha] do próprio
CDXXXIV. Samael.
CDXXXV. Disso tudo deve ter o Homem
CDXXXVI. Ciência.
CDXXXVII. O que acolhe e como acolhe.
CDXXXVIII. O que escolhe.
CDXXXIX. [...]
CDXL. [...]
CDXLI. Se Antes as Criaturas Todas
CDXLII. Originadas da Fonte e sem suspirar pela Borda podiam desfrutar de um avançar-em-paciência acompanhado pelo Olhar do Próprio Criador, agora o homem poderia contar , no máximo, com seus emissários, e com as provas e livres
CDXLIII. Escolhas do plano-palco
CDXLIV. Dual. Assim sendo, nem a grandeza de Deus nem o Olhar Cego de Samael poderiam diretamente se impingir ao homem, mas sim suas escolhas e seus emissários.
CDXLV. [...]
CDXLVI. [...]
CDXLVII.
CDXLVIII. A Aposta de Samael era absolutamente
Rústica e Intransigente. Ele Se Atrevia a Dizer o Seguinte: “Dê ao
Homem a Livre Escolha que Ele escolherá Minha Mescla: a Dualidade
Superior à Sua Intransigência ou Tirania” Mesmo que o Homem experimente Decadência, Doença, Velhice ou Morte. Terá um Belo Quinhão de bem e mal.
CDXLIX. Em Si Mesmo As Luzes de Deus Conceberam
CDL. Um Algo que Provaria a Samael no Centro Mesmo de Suas Presunções:
CDLI. Uma Hipóstase de Deus, Engendrada a partir de Dentro Tomaria Toda a Carga do Mundo Dual, Exemplificando [e Provando a Excelência da Escolha Nas Próprias Condições dadas por Samael, e Aceitas por
CDLII. Deus, em Nome da Liberdade de
CDLIII. Escolha.
CDLIV. Vários já havia dado um belo “tapa” no Olho Cago do Anjo, provando da Dualidade do mundo e dela abdicando, por desprezá-la. Vários já haviam optado pela Luz, pós- conhecimento das Trevas co-implicadas na Dualidade Proposta por Samael. Buda assim o fizera, exemplarmente. Desmontara a Rede na qual se enredara por exemplar auto-esclarecimento “desilusionário”.
CDLV. Esse desmanche da Teia Dual a partir de dentro irritava sobremodo o Orgulhoso Pai dos
CDLVI. Répteis. Chefe dos
CDLVII. Dragões. Príncipe deste mundo.
CDLVIII. O Príncipe Gautama o esbofeteara como poucos, tendo tudo para saciar-se sob seus critérios, mas optando pela mendicância e auto-sobriedade. Feitos operados pelo Desmanche
CDLIX. Das Ilusões. Saída do Circuito das Compulsões aos Pólos da Dualidade.
CDLX. [...]
CDLXI. Deus Muito se Agradava de Gautama [O Buda], de Sócrates, de Pitágoras, de Lao-Tsé e de predecessores de seu Próprio Intento.
CDLXII. Era claro que o homem não poderia conhecer a Deus face a face, nem a Samael. Apenas seus
CDLXIII. Torpes servos[...].
CDLXIV. Os Auxiliares dos Anjos de Deus inspiravam métodos aos homens de boa-vontade de todos os povos. Deus nunca foi territorialista, nem nacionalista nem patriota. Muito menos Colonialista. O palco-plano Dual era prova de sua
CDLXV. Isenção e Liberdade Concedida.
CDLXVI. O Bem nunca se
CDLXVII. Impõe. Não Arromba Portas. Mas Sussurra aos Ouvidos de Boa Vontade.
CDLXVIII. Não se Perca Isso de Vista.
CDLXIX. [...]
CDLXX. [...]
CDLXXI. Então Deus engendrou um Gesto no Seio de Suas Mesmas Luzes que Era Experimentar como Homem o mesmo Plano Tomado por Samael como Criação Superior, Expondo-se aos Choques e Contradições
CDLXXII. Desses mesmos Elementos
CDLXXIII. Duais.
CDLXXIV. Dessa forma ale de viver finitamente [e por tempo humano] o modelo de Criação de seu Contestador, deus se daria a ver agindo no Plano Dual sem Romper o Trato.
CDLXXV. Simples e Engenhoso.
CDLXXVI. Além de Magnânimo, Justo e Misericordioso.
CDLXXVII. [...]
CDLXXVIII. [...]
CDLXXIX. Cada Um Desses Atributos pode Ser Facilmente Explanado. Justo Era Experimentar o Limite Proposto por Samael como se fora Transcendência da Tirania de Deus: o que Ele Mesmo [O Anjo Cego] Sabia tratar-se de
CDLXXX. Impostura. Porque agora era ele mesmo
CDLXXXI. E seus Répteis comandados
CDLXXXII. Escravos de luxúrias, ambições e medos. Tinham de escravizar. Tinham de possuir
CDLXXXIII. Servos.
CDLXXXIV. Deus queria Servir, para Dar-se a
CDLXXXV. Conhecer. Sem Servilismos aliciados. Toda a idéia de que Deus quer “servos” é uma contrafação armada pelos próprios emissários de Samael. Sem
CDLXXXVI. Exceção.
CDLXXXVII. Deus quer Escolha.
CDLXXXVIII. Ou “Os que O Escolham”.
CDLXXXIX. Os Assim-Chamados “Escolhidos”, por serem os “Livres Escolhedores”. E que farão Boa Colheita.
CDXC. [...]
CDXCI. [...]
CDXCII. Experimentando o Pathos [Dor, Paixão] da Vida entre elementos Duais e exemplificando o que Deus mesmo poderia escolher estando submetido [temporariamente] às regras de Samael, o Criador faria Triplo Trabalho:
CDXCIII. Mostraria a Samael uma vida não de fastio e superação do dual [como o fez Buda, por exemplo], o que para Samael já era intolerável.
CDXCIV. Mas exemplificaria uma trajetória límpida em plano intrinsecamente maculado. Essa era a Tarefa
CDXCV. Primeira.
CDXCVI. Como Não Podia Dar-Se e Muitos mensageiros e intermediários encontravam obstruções às suas tarefas no egoísmo de homens e tribos e povos [e o nacionalismo é o egoísmo exponenciado ao território ou nação], Ele se
CDXCVII. Mostraria através de uma Emanação
CDXCVIII. Límpida.
CDXCIX. Através de seu Filho.
D. Ele falaria em Nome do Pai e Diria: "Quem a Mim Vê, Vê ao Pai". Sua Trajetória Serviria para Exemplificar o Homem Possível como Sonhado No Seio Das Luzes de Deus, mesmo lançado ou imerso no seio das regras de Samael. Eis a Segunda
DI. Tarefa.
DII. A Partir de Então, Todo Homem que se dirigisse ao Pai através do Filho, Seria restituído ao Antigo Diálogo Quebrado Desde a Condição do Plano Dual [Descenso ou Queda, em nome da Livre Escolha entre Pólos].
DIII. Há Seres que nunca escolheram “Descer”.
DIV. Todos os que desceram eram almas que queriam “experimentar as dualidades”, por se sentirem tentados à Lógica de Samael. Sem Exceção. Mesmo os Libertadores no seio mesmo da Dualidade. Eis a [...] Tarefa.
DV. [...]
DVI. [...]
DVII. Que fique registrado que há miríades de seres que evolvem dos elementos todos [ar, fogo, éter] à condição de devas, sem nunca pretenderem passar pelo Reino Humano. Por Livre Escolha. A escolha de Nascimento Humano é para todos os espíritos que conceberam a possibilidade ou validade ou legitimidade da Lógica de Samael. Ou seja: “Quiseram Provar do Fruto da Dualidade como Superior à “Mesmice” da Evolução Pura e Divinamente Ordenada.
DVIII. O sacrifício do Filho consiste em nunca ter advogado tal experiência, mas fazê-la para abrir um Canal de Intermediação Direto entre Deus e Homem.
DIX. [...]
DX. [...]
DXI. Eis o Supremo Sacrifício. Eis a Suprema Tarefa.
DXII. Eis o “Tornar-se Carne e Sangue em nome de muitos”.
DXIII. Para Diálogo, Exemplificação e Intermediação.
DXIV. Para dar a Conhecer a Face [ou Vontade] do Pai.
Terceira Tarefa.
DXV. [...]
DXVI. [...]
DXVII. Eis Tudo que é para ser dito sobre o Filho, que não seja especulação de teólogos comprometidos com Instituições Terrenas e facções.
DXVIII. Eis porque Deus também se agrada de todo homem que “tendo provado da dualidade, a ela dá as costas”.
DXIX. Eis porque Deus se agrada de todo homem descrito como “Filho Pródigo”, o que se serve das futilidades do mundo para dizer “foi tudo em vão”, e depois se transforma.
DXX. Porque tais homens provam, no seio mesmo da lógica de Samael, que Seu reino pode ser repudiado até por quem não conheceu diretamente a Luz, mas rumou em direção a Ela.
DXXI. Tal se deu com os Profetas e Santos de todos os Povos. São poucos, mas sempre existiram.
DXXII. E também se dará para o que aprender com o filho e, a partir dele, procurar uma interlocução direta com deus. A isso [essa Interlocução] certa Tradição passou a chamar “Ação do Espírito Santo”. Ou Infusão pelo Espírito. Ou Unção. É um Nome útil como qualquer outro.
DXXIII. [...]
DXXIV. Eu, Caim, desgostei-me de pleitear as coisas ao modo de Samael, querendo conquistar o que meu não era, e cobiçando a Borda do que se me divisava.
DXXV. Fosse ela uma posse, um dom, um
DXXVI. Talento outro, a afeição dada a
DXXVII. Abel. Por isso me fiz ao Modo de Samael , até que me visitasse o filho, ao descer da Cruz aos Ínferos [como coroação de seu sacrifício], visitando as hostes e Servos da Serpente.
DXXVIII. Aos que pôde Libertar, Libertou.

Amén.




Marcelo Novaes.

sábado, 28 de novembro de 2009

A EXCELÊNCIA DA SABEDORIA

O coração do sábio se inclina para o lado direito, mas o do estulto, para o da esquerda.

Quando o tolo vai pelo caminho, falta-lhe o entendimento; e, assim, a todos mostra o que é estulto.

Levantando-se contra ti a indignação do governador, não deixes o teu lugar, porque o ânimo sereno acalma grandes ofensores.

Ainda há um mal que vi debaixo do sol, erro que procede do governador:

O tolo posto em grandes alturas, mas os ricos assentados em lugar baixo.

Vi servos a cavalo e príncipes andando a pé como servos sobre a terra.

Quem abre uma cova nela cairá, e quem rompe um muro, mordê-lo-á uma cobra.

Quem arranca pedra será maltratado por elas, e o que racha lenha expôe-se ao perigo.

Se o ferro está embotado, e não se lhe afia a corte, é preciso redobrar a força; mas a sabedoria resolve com bom êxito.

Se a cobra morder antes de estar encantada, não há vantagem no encantador.

Nas palavras do sábio há favor, mas ao tolo os seus lábios devoram.

As primeiras palavras da boca do tolo são estultícia, e as ultimas, loucura perversa.

O estulto multiplica as palavras, ainda que o homem não sabe o que sucederá; e quem lhe manifestará o que será depois dele?

O trabalho do tolo o fatiga, pois nem sabe ir a cidade.

Ai de ti, ó terra cujo rei é criança e cujos príncipes se banqueteiam já de manhã.

Ditosa, tu, ó terra cujo o rei é filho de nobres e cujos príncipes se sentam à mesa a seu tempo para refazerem as forças e não para bebedice.

Pela muita preguiça desaba o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa.

O festim faz-se para rir, o vinho alegra a vida, e o dinheiro atende a tudo.

Nem no teu pensamento amaldiçoes o rei, nem tão pouco no mais interior do teu quarto, o rico; porque as aves dos céus poderiam levantar a tua voz, e o que tem asas daria notícia das tuas palavras.






Eclesiastes 10

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

0 PROCEDIMENTO PRUDENTE DO SÁBIO










Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.
Reparte com sete e ainda com oito, porque não sabes que mal sobrevirá à terra.

Estando as nuvens cheias, derramam aguaceiro sobre a terra; caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que cair, aí ficará.

Quem somente observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará.
Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas.

Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sebes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas.

Doce é a luz, e agradável aos olhos, ver o sol.

Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque serão muitos. Tudo quanto sucede é vaidade.




Eclesiastes 11

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O EGO


Se tens por ti mesmo estima, conserva-te atento. O sábio é vigilante um terço da sua vida.

Começa por te estabelecer a ti mesmo no Caminho, só então poderás instruir os outros. Assim o sábio evita censuras.

Se alguém se tornar perfeito, igual aos conselhos dados, então, bem controlados, em verdade pode a outrem dirigir. Difícil realmente, é o autocontrole.

O ego é o mestre do eu. Cada um é seu próprio mestre e refúgio, quem outro poderia ser? O completo domínio de si mesmo é o único refúgio difícil de lograr.

A má ação praticada pelo *eu*, produto do *eu* tritura o insensato, como o diamante as demais pedras.

Aquele que muitas más ações pratica assemelha-se à parasita mâluvâ, que, emaranhando a árvore sâla, a si mesmo causa o mal que lhe desejaria seu pior inimigo.

Fácil é fazer o que é nocivo e errado para nós. Difícil, na verdade, é fazer o que é certo e benéfico.

O insensato, seguindo ideias errôneas, rejeitando os preceitos dos sábios, dos Nobres Seres, dos Arahants, assemelha-se ao fruto da árvore katthaka, que para autodestruição amadurece.

Quando o homem age mal, é por si mesmo que é impuro; quando o homem age bem, também por si mesmo é puro.Os estados de pureza ou impureza são criados pelo próprio homem, nada podendo ser feito para que um indivíduo purifique um outro.

Percebendo claramente o Caminho, não negligencies; continua nele, vigilante, mesmo que de grande valor te pareçam outras vias.



Dhammapada
Caminho da Lei.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

QUAL É A NATUREZA EXATA DA RELIGIÃO?

A religião pertence à mente superior da humanidade. É o esforço da mente superior do homem de se aproximar, na medida de sua capacidade, de algo além dela, de alguma coisa a que a humanidede dá o nome de Deus ou Espírito, Verdade ou Fé, Conhecimento ou Infinito, uma espécie de Absoluto que a mente humana não pode alcançar e mesmo assim tenta fazê-lo. A religião pode ser divina na sua origem primária; na sua natureza presente não é divina, mas humana. Na verdade, melhor seria falar de religiões do que de religião, porque as religiões feitas pelos homens são inúmeras. Estas diferentes religiões, mesmo que não tenha tido a mesma origem, foram feitas a maior parte delas, do mesmo modo. Sabemos como a religião cristã começou a existir. Não foi certamente Jesus o responsável pelo que chamamos Cristianismo, mas alguns homens eruditos e muito engenhosos que uniram seus esforços e a moldaram tal qual a vemos. Não havia nada de divino no modo como foi formada, e também não há de divino no modo como funciona. E contudo o pretexto ou ocasião para sua formação foi, sem dúvida, alguma revelação do que poderia se chamar de Ser Divino, um Ser que veio de algum lugar, trazendo de uma região mais alta um certo Conhecimento e Verdade para a Terra. Ele veio e sofreu por sua verdade; mas muito poucos entenderam o que ele disse, muito poucos se interessaram em achar e conservar-se fiéis à Verdade pela qual ele sofreu. Buda retirou-se do mundo, sentou-se em meditação e descobriu um caminho que libertava o homem do sofrimento e mesérias terrestres,de toda a doença e morte, desejo e fome. Ele viu uma verdade que se esforçou em comunicar aos discípulos e seguidores, que se reuniram à sua volta. Masa mesmo antes dele deixar a forma física, seu ensinamento já começara a ser deformado e distorcido. Foi apenas depois de seu desaparecimento que o Budismo se firmou como uma religião plenamente desenvolvida, baseada no que se supõe ter sido dito por Buda e na suposta significação de seus enunciados.Mas bem cedo também, porque os discípulos e os discípulos dos discípulos não podiam concordar com o que o Mestre tinha dito ou queria significar com suas declarações, começou aparecer um batalhão de seitas e subseitas no corpo da religião-mãe: um caminho do Sul, um caminho do Norte, um caminho do extremo-Oriente, cada um proclamando ser o único, o original, a imaculada doutrina de Buda.



Conversas com a Mãe
Sri Aurobindo Ashram